O treinamento que ensina o dono de empresa a operar a mídia mais nova do mercado e a aparecer na conversa em que o cliente decide de quem comprar.
Um treinamento para dono de empresa. Você não vai virar gestor de tráfego. Vai entender a mídia o suficiente para decidir se ela cabe no seu negócio, cobrar execução de quem opera e não descobrir a oportunidade pela boca de um concorrente.
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Aconteceu com o Facebook Ads, com o Google Shopping, com o Instagram, com o Reels. Toda mídia nova percorre a mesma curva, e o lugar onde a sua empresa entra nela decide o seu custo de aquisição pelos próximos anos.
Poucas empresas entendem que a mídia existe.
Os primeiros anunciantes começam a testar, com pouca concorrência disputando o mesmo espaço.
Aparecem os primeiros especialistas e os primeiros cases.
As agências começam a oferecer o serviço para a carteira inteira.
Seus concorrentes entram, e o custo do espaço sobe com a disputa.
Deixa de ser vantagem e passa a ser o básico. Quem não está, está atrás.
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A diferença não está na ferramenta, está no momento em que você aparece. E aparecer antes da decisão vale mais do que aparecer depois dela.
Você interrompe a atenção de alguém que não estava procurando nada. Precisa criar o desejo do zero.
Você disputa uma demanda que já existe, com todo mundo que também sabe que ela existe. Por isso o clique custa o que custa.
Ele está formulando o problema, comparando alternativas e avaliando fornecedores. A decisão ainda não foi tomada, e é aí que ela pode ser influenciada.
No Google seu cliente digita três palavras. No ChatGPT ele escreve um parágrafo explicando o problema, o orçamento e o contexto da empresa dele. É uma conversa acontecendo antes da decisão, e isso muda completamente o que um anúncio precisa dizer.
E não é para você. É para uma inteligência artificial, hoje, enquanto você lê isso.
Repare que nenhuma delas é uma pesquisa. São pessoas tentando resolver alguma coisa. E é exatamente nesse ambiente que os anúncios passaram a existir.
Se a sua aquisição inteira vem de Meta e Google, você não tem uma estratégia de mídia. Você tem uma dependência com dois fornecedores que não te devem satisfação.
E você já sabe como isso costuma se manifestar.
Diversificar não é espalhar verba no escuro. É construir opções antes de precisar delas. Empresa com mais opções negocia melhor, inclusive com a própria agência.
Dois empresários, a mesma agência. Nenhum dos dois sobe campanha, nenhum dos dois quer aprender a subir. A diferença está no que cada um consegue perguntar na reunião mensal, e no que cada um recebe por causa disso.
Ele não está sendo enganado. Ele só não tem régua.
Cinco perguntas. É isso que separa liderar de depender.
Você não faz a contabilidade da empresa, mas entende o balanço. Não fecha todas as vendas, mas cobra a meta. Com mídia é a mesma coisa. E acabou de entrar um canal novo nessa conversa.
São oito módulos, e cada um termina numa decisão que você passa a conseguir tomar, e não num botão que você aprendeu a apertar.
Como os anúncios aparecem, quem recebe, como publicidade e resposta se relacionam, o que o anunciante enxerga e o que não enxerga, e onde isso difere de Meta e Google.
Você sai sabendo: se essa mídia faz sentido para o seu tipo de negócio.
Criação, dados empresariais, estrutura e níveis de permissão entre administrador, membro e visualizador.
Você sai sabendo: como dar acesso à agência sem entregar o ativo.
Forma de cobrança, método de pagamento, orçamento, limites e os cuidados antes de qualquer campanha ir ao ar.
Você sai sabendo: onde o dinheiro entra e como travar o teto.
CPM, CPC e otimização por conversão. Mais importante que a sigla: por que alguém escolheria cada um deles.
Você sai sabendo: se a campanha que te venderam mede o que interessa.
A estrutura, e principalmente o raciocínio: um mesmo produto atende problemas, intenções e momentos de compra diferentes, e cada um pede uma mensagem.
Você sai sabendo: em quais conversas a sua empresa deveria aparecer.
Títulos, descrições, imagens, páginas de destino e ângulos. A regra é uma só: o anúncio precisa ser útil para a situação em que aparece, não apenas chamar atenção.
Você sai sabendo: reconhecer um anúncio fraco antes de aprovar a verba.
Eventos, conversões, pixel, API de conversões, atribuição, UTMs e rastreamento, explicados para quem decide e não para quem programa.
Você sai sabendo: se o número do relatório significa alguma coisa.
Juntando empresa, oferta, objetivo, contexto, campanha, grupo, anúncio, página e mensuração numa estrutura só.
Você sai sabendo: exatamente o que pedir para o seu time executar.
Três materiais para o seu time não começar na tela em branco.
Conta, acessos, faturamento, campanha, anúncio, destino e mensuração. Para revisar antes de colocar o primeiro real no ar, e para cobrar de quem executa.
Um material para transformar o que você já sabe sobre o seu cliente em insumo de mídia: problemas, momentos de compra, objeções e situações em que a sua oferta é relevante.
Estruturas de título, descrição, ângulo e página de destino, para o seu time não começar na tela em branco.
Há alguns anos eu era funcionário de call center. Foi pelo tráfego pago que eu comecei no marketing digital e construí as minhas empresas. Hoje toco operações de performance em mercados diferentes.
E tem um ponto que eu considero mais importante que qualquer número aqui embaixo: eu continuo estudando o que muda. Em marketing digital, quem para de estudar começa a decidir olhando para o passado. Foi por isso que eu comecei a operar o ChatGPT Ads desde o início.
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Sete dias para decidir com o conteúdo na mão. Entra, assiste, entende a plataforma e avalia se faz sentido para a sua empresa. Se concluir que não vale o que pagou, pede o reembolso pelo canal da plataforma dentro do prazo.
Não. O treinamento foi feito para o dono da empresa. Você vai entender o suficiente para avaliar, decidir e participar da estratégia. Se quiser operar você mesmo, o passo a passo permite.
Pode, e costuma ser uma boa ideia. Você entende a estratégia, o seu time entende a operação, e os dois passam a falar a mesma língua na reunião.
Não. Se eles trazem cliente, continuam trazendo. A proposta é acrescentar uma frente, não substituir o que já funciona.
Não. Anúncio e resposta são coisas separadas. Você está comprando espaço publicitário, não uma indicação da inteligência artificial. Qualquer material que prometa o contrário está te vendendo o que não existe.
Serve, desde que você entenda que essa é uma parte da estratégia de aquisição e não a estratégia inteira. O treinamento apresenta a plataforma desde a base.
Para os dois. O que muda é a estratégia, conforme oferta, ticket, ciclo de venda e objetivo.
Não. Integrações mais avançadas podem pedir apoio técnico, mas nada no treinamento depende de você escrever código.
O treinamento não exige que você invista nada para assistir. Quando e quanto testar é uma decisão sua, e um dos objetivos do curso é justamente te dar critério para tomar essa decisão em vez de chutar.
Você pode esperar os cases aparecerem, a agência trazer o assunto e o concorrente testar primeiro, disputando o espaço com ele depois. Ou pode gastar R$ 97 e uma tarde para entender agora, e decidir com calma se faz sentido para a sua empresa.
Empresário preparado não precisa correr quando a oportunidade chega. Ele já sabe o que fazer.
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